terça-feira, 4 de outubro de 2011

Afinal, Pilates emagrece?

Essa é uma dúvida que surge com frequência nos studios de pilates. Muitas pessoas me perguntam: mas Carol, com o pilates eu vou emagrecer?
Vamos aos esclarecimentos.
O Pilates pode complementar a perda de peso e o emagrecimento saudável.
Como todo mundo já sabe, a conta é simples: deve-se consumir menos calorias do que se gasta para poder emagrecer.
E é aí que entram os exercícios do pilates.
Como qualquer outra forma de atividade física, o pilates exige que o corpo gaste calorias para executar os movimentos de força. Além disso, o pilates trabalha com reequilíbrio muscular e melhora de postura, o que também ajuda no emagrecimento saudável (muitas vezes aquela barriguinha saliente não passa de uma postura incorreta).
É claro que se a pessoa treinar mas não adotar uma alimentação correta, não terá o resultado esperado.
Outra coisa muito observada nos praticantes de pilates, é a diminuição de medidas,  principalmente na região abdominal (power house).
O que determina a diminuição do peso com ajuda do método são: a carga das molas, o fortalecimento dos pontos fracos que o aluno apresenta, a sequência, o número de exercícios e as repetições, o intervalo de descanso e o alinhamento corporal. Fora isso, a respiração profunda e correta é um fator de queima energética durante o treino. Com a respiração, há uma maior oxigenação do cérebro, o que diminui a ansiedade e uma sensação de bem-estar que ajuda a comer menos.
Então, já sabe: alimentação saudável + pilates levam a um emagrecimento saudável! Vamos lá????

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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Porcos espinhos, a era glacial , a sobrevivência e a felicidade!

Durante uma era glacial, muito remota, quando o Globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem as condições do clima hostil. Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais. Assim cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos.

Dispersaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doiam muito…….

Mas, essa não foi a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados.Os que não morreram, voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos. Assim, aprendendo a amar, resistiram a longa era glacial. Sobreviveram.

"Quanto mais nos ocupamos com a felicidade dos outros, maior passa a ser nosso senso de bem-estar. Cultivar um sentimento de proximidade e calor humano compassivo pelo outro, automaticamente coloca a nossa mente num estado de paz. Isto ajuda a remover quaisquer medos, preocupações ou inseguranças que possamos ter, e nos dá muita força para lutar com qualquer obstáculo que encontrarmos. Esta é a causa mais poderosa de sucesso na vida."

Tenzin Gyatso, XIV Dalai Lama

Prêmio Nobel da Paz de 1989